O Magnata VagabundoTrabalhar para diminuir a dor, conquistando prazer com o esforço e com saudação o amor.![]() |
| OS QUATRO VAGABUNDOS |
O homem que julga sem prova
não se renova
em o grupo que torna
vai chegar ignorância
e ser ignorado até que em tempo até ignore a si próprio ignore, a si mesmo e seus próprios julgamentos
e se esqueça
Agora delicie-se de chancelar um texto do nobilíssimo Henry Ford! Lembrando que naqueles anos alguns fatores que ele cita no texto não eram tão vulgarizados como hoje os são.
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| Thomas à erquerda, Ford no meio e um amigo à direita (lembrando que, o magnata tinha posturas anti-tabagistas e pró-cânhamo!) |
A máquina, o novo Messias
Henry Ford, 1928
Tradutor(a):Yvonne Mautner
Henry Ford, 1928
Tradutor(a):Yvonne Mautner
No momento de crise econômica e ambiental que atravessamos, os padrões de consumo dos países centrais passam por intenso questionamento. A proliferação de produtos familiares ou individuais - sua fabricação, distribuição, consumo e reposição - é apontada como uma das mais fortes causas dos danos ambientais.
O grande problema das casas hoje em dia é a quantidade de trabalho aviltante que ela exige. Mesmo tendo diminuído o número de horas semanais do trabalho masculino, praticamente nada foi feito para eliminar as tarefas básicas do trabalho doméstico; não houve diminuição de horas de trabalho das donas de casa. Mas, a jovem mulher moderna que mantém a casa e cuida de suas várias crianças vai mudar esta situação. Ela tem recusado esta trabalheira insana. O que chamamos de “indiferença dos jovens” a este respeito é simplesmente um porvir projetando sua sombra de antemão. Elas se contrapuseram ao trabalho doméstico, e como consequencia, ele desparecerá.
Hoje existem máquinas para serem usadas na cozinha. Temos o aspirador de pó, os vários eletrodomésticos, as máquinas de lavar roupa, as geladeiras; mas todos ainda muito caros. Temos de achar algum modo de reduzir os custos e algum modo de facilitar outras tarefas femininas (...)
(...)
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| Edson e Ford |
A comida é uma das mercadorias mais importantes com as quais temos de lidar. Estou cada vez mais convencido de que devíamos gastar mais tempo em estudar os alimentos e de como nos alimentar. A maioria de nós come demais. Nós comemos a comida errada na hora errada e acabamos sofrendo com isso. Precisamos encontrar uma forma melhor de alimentação e de prover nossos corpos com o que eles necessitam para mantê-los e para crescer. Até agora gastamos mais tempo estudando métodos para reparar máquinas e renovar mecanismos do que estudando este problema fundamental da vida dos homens. Claro que muito já foi feito por nossas nutricionistas, elas porém só arranharam a superfície. Não é preciso ser um maníaco de alimentação para ter interesse no assunto.
Apesar da média de expectativa de vida ter quase dobrado nos últimos cinquenta anos, tenho certeza de que encontraremos os meios de repor a energia do corpo de modo a conservar a saúde, a vitalidade e a sanidade mental por muitos anos mais. Pegue Edison, por exemplo; hoje ele está tão bem mentalmente como sempre esteve. Temos todas as razões para acreditar que deveríamos ser capazes de ‘consertar’ nossos corpos assim como consertamos o defeito de umboiler. Não faz muito tempo, achávamos que nossos boilers seriam descartados devido a um ou dois pontos de ferrugem corroendo sua superfície.
A questão é, se existe pesquisa feita nesta linha, não há razão porque não fazê-la em relação ao corpo.
(...)
Nada que interfira com nossa habilidade de pensar claramente, levar vidas saudáveis e normais, e realizar bem nosso trabalho seria descartado, fosse um problema econômico ou o desejo de saúde melhor. O tabaco é um narcótico que está cobrando um preço alto de nossa geração. Ninguém fuma nas indústrias da Ford. Tabaco não faz bem à industria nem aos indivíduos.
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| Pensando |
Texto indicado por Yvonne Mautner e traduzido a partir da antologia de Carma R. Gorman (2003) The Industrial Design Reader / Edited by Carma R. Gorman (p:121 -123) ISBN: 1-58115-310-4
Sobre o Autor(a):
O fundador da indústria Ford de automóveis, Henry Ford (1863-1947) levou à prática as teorias de Frederick W. Taylor sobre a organização do trabalho e o pagamento dos trabalhadores. É, por isso, figura obrigatória de estudo nos cursos de economia, administração, história do século XX e história do design. Em 1908 ele deu início à fabricação do lendário Modelo T que alcançou a marca de 17 milhões de unidades vendidas nos 20 anos seguintes.
Fonte: AGITPROP - Revista Brasileira de Design
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http://www.agitprop.com.br/index.cfm?pag=repertorio_det&id=19&titulo=repertorio
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http://www.agitprop.com.br/index.cfm?pag=repertorio_det&id=19&titulo=repertorio




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